Meu Perfil


Nome: Amaryllis C. Pereira
Idade: 23 anos
Aniversário em: 18/09
Moro em: Campos, RJ
Adoro: meu namorado, tudo que é verde, animais (principalmente cães), flores, música eletrônica, fazer amigos, dançar, poesia...
Detesto: jiló, pagode, forró, gente fofoqueira e fútil, acordar cedo...
Meus amicães: Azeitoninha (in memorian), Lilica, Nina, Lana, Pucky, Tuquinho, Sherife e Shatran.



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Vamos fazer algo de importante para os oceanos?

Prezados Defensores dos Oceanos:


No encontro da Comissão Baleeira Internacional (IWC) da semana passada, os caçadores de baleias confirmaram que irão novamente caçar até 935 baleias minke e 10 baleias fin ameaçadas de extinção no Santuário de Baleias do Oceano Austral. Em resposta, assumimos o compromisso de que a viagem Defendendo Nossos Oceanos terminará como começou - com o retorno aos campos de caça de baleias. Mais uma vez, colocaremos nossos barcos entre as baleias e os arpões, e usaremos todos os meios pacíficos para defender as baleias.
Assumimos o compromisso de retornar aos Oceanos Austrais para proteger as baleias.
Recrute mais cinco Defensores dos Oceanos para ajudar na preparação desta jornada.
Para reagir ao maior desafio de todos à proteção das baleias, precisamos recrutar um exército (não violento) de pessoas dispostas a arregaçar as mangas e nos ajudar até o próximo ano.


Por favor, faça com que cinco pessoas entrem em...
http://oceans.greenpeace.org/pt/defensores-oceanos
...e se alistem como Defensores dos Oceanos.


Assegure-se de que esses cinco encontrem mais cinco pessoas. E passem esta mensagem para mais cinco amigos. Lembre-se de que não custa nada ser um Defensor dos Oceanos -- bastam um pouquinho de tempo e alguns cliques de mouse para ajudar a salvar as baleias.
Vamos precisar de todo mundo a bordo desde agora até o próximo encontro da IWC. O Greenpeace vai voltar aos Oceanos Austrais para enfrentar novamente os caçadores de baleias: queremos estar lá em nome do maior número possível de Defensores dos Oceanos, e usar estes números para pressionar os governos para que façam a coisa certa. Baleias morrerão neste ano, e muitas outras morrerão nos próximos anos, a menos que possamos
agir agora.


IWC - A boa e a má notícia:


Ganhamos quatro dos cinco votos decisivos no encontro deste ano da Comissão Baleeira Internacional. Esta é a boa notícia. A má notícia é que, com a maioria de um voto, os caçadores de baleias aprovaram uma resolução não declarada, na qual eles reivindicam o fim da moratória sobre a caça de baleias comercial - uma moratória que já salvou milhares de baleias.
Embora a resolução não tenha obtido a maioria de 75 por cento que os caçadores de baleias precisavam para derrubar a moratória, essa importante vitória dos caçadores de baleias foi um brusco aviso de atenção para as nações favoráveis à conservação. "Ela causou um grande tumulto no salão, com vários diplomatas apelando para um linguajar bem pouco diplomático. Mas não tão pouco diplomático como o linguajar que alguns de nós usamos em voz baixa", disse Mike (membro da equipe do Greenpeace presente em São Cristóvão e Névis).


Leia mais

Peça a cinco amigos para serem Defensores dos Oceanos

:: Postado por Amaryllis às 00h13
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Armadilha japonesa

"A Comissão Baleeira Internacional foi criada em 1945, logo após a Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de distribuir quotas de caça para os países-membros. Essa política acabou dizimando boa parte da população de baleias de quase todas as espécies. Em 1987, três quartos das nações que compõem a CBI aprovaram uma moratória à caça.

Mas isso não foi suficiente para acabar definitivamente com a matança: uma brecha na legislação da comissão permite que os países solicitem uma quota especial para fins científicos. (...) mas tudo indica que os animais mortos para pesquisa acabam nas prateleiras dos supermercados (...)

O Japão é o único país que ainda dispõe de uma frota industrial para a caça - e o mais interessado em manter a prática. A cada ano, o país mata, com a devida permissão da CBI, 500 baleias da espécie minke, 50 cachalotes e 50 baleias-de-Bryde. Com o objetivo de manter seus privilégios e conseguir o fim da moratória, os japoneses desenvolveram uma estratégia para ganhar apoio de outras nações. "Na década de 80, países pequenos e insulares começaram misteriosamente a mudar seus votos em favor dos baleeiros", conta Bonfiglioli. Em troca, receberam ajuda financeira para desenvolver suas próprias indústrias pesqueiras. "A reunião da CBI virou uma reunião de compra e venda de votos", atesta Marcos Santos, coordenador do Projeto Atlantis, uma ONG criada para investigar a mortalidade de baleias e golfinhos no litoral sul de São Paulo."

 TIRO CERTEIRO - Inventado na década de 20, este arpão possui na ponta uma granada explosiva, acionada quando atinge o animal. Mas apenas em 40% dos casos ele morre na hora. Por isso, os caçadores também usam rifles.

SEM SAÍDA - Já morta, a baleia é puxada pelo rabo para dentro do navio-fábrica.

FAST FOOD - O navio-fábrica, também criado na década de 20, é uma embarcação gigantesca. Em seu convés, uma baleia de 15 metros pode ser processada em apenas duas horas, em pleno mar.

PARA VIAGEM - A carne do animal é embalada e armazenada em refrigeradores, o que permite que o navio fique em alto-mar por mais tempo.

:: Postado por Amaryllis às 16h52
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