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Nome: Amaryllis C. Pereira
Idade: 23 anos
Aniversário em: 18/09
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Detesto: jiló, pagode, forró, gente fofoqueira e fútil, acordar cedo...
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Proibição da caça à baleia sofre revés após 20 anos

“FRIGATE BAY, São Cristóvão e Névis, 19 Jun (AFP) - Para terror dos ecologistas, os defensores da caça comercial das baleias, liderados pelo Japão, conseguiram sua primeira vitória em 20 anos, com a aprovação de uma resolução internacional que torna desnecessária a proibição em vigor desde 1986.

Na reunião da Comissão Baleeira Internacional (CBI), celebrada nas ilhas de São Cristóvão e Névis, no Caribe, os defensores da caça à baleia conseguiram aprovar no domingo, por 33 votos a 32 (e uma abstenção) uma resolução não-vinculadora segundo a qual a proibição "temporária" da caça às baleias "não é mais necessária".

A votação confirmou os piores medos dos ecologistas, que temem que o Japão use a maioria crescente de países favoráveis à caça para que a CBI deixe de proteger o meio ambiente e se volte para a regulamentação dos recursos.

Os membros da CBI também atacaram a organização ecologista Greenpeace, mas graças a uma intervenção dos Estados Unidos, os ambientalistas conseguiram conservar seu estatuto de observador da comissão.

O Japão condenou o Greenpeace por seu papel na colisão, em 8 de janeiro, entre o navio ecologista Arctic Sunrise e o barco japonês Nisshin Maru. "A situação é muito clara. A colisão não foi causada por nós", disse o representante suplente japonês Joji Morishita. O Greenpeace, por sua vez, acusa o barco japonês de ter provocado a colisão deliberadamente e garante que seu navio estava com marcha à ré quando ocorreu o choque, que causou danos na proa do Sunrise.

A resolução, muito mais suave que o texto apresentado inicialmente pelo Japão, não menciona especificamente o Greenpeace, mas declara que a CBI "não perdoa" as ações no mar que ponham em risco à vida humana ou à propriedade.

O representante japonês Minoryu Morimoto fez um apelo na CBI para tentar reduzir a polarização e deixar para trás a aspereza da votação de domingo para reformar a organização, um processo que Tóquio chama de "normalização". "Nós os convidamos a se unirem ao processo de normalização. Trabalhemos juntos para voltar a encaminhar a CBI rumo à caça sustentável de baleias", disse.

Os países que se opõem à prática, entre os quais Austrália e Grã-Bretanha, rejeitaram categoricamente este convite, afirmando que o mundo moderno não pode aceitar uma organização que autoriza o assassinato de baleias.

Apesar da votação de domingo, a moratória, em vigor desde 1986 como uma das grandes conquistas do movimento ecologista, não corre risco imediato, visto que para ser abolida, precisa de uma maioria de 75%, impossível de se obter atualmente.

Apesar disto, os ecologistas que acompanharam os debates qualificaram de "trágico" o resultado da votação da CBI, organização criada em 1946 e integrada por 70 nações.

Desde 1986, as autoridades japonesas respeitam a moratória, mas juntamente com a Islândia, autorizam a pesca de baleias para "pesquisa científica", uma iniciativa que irrita os ecologistas.

As organizações ambientalistas reclamam também da atitude da Noruega, que optou por ignorar a moratória.

Juntos, Japão, Islândia e Noruega capturam 2.000 baleias ao ano.”

 

Fonte: http://www1.uol.com.br/bichos/noticias/afp/ult296u540.shl

 

:: Postado por Amaryllis às 00h37
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